SINPROF-RO cobra do Governo de Rondônia cumprimento de acordo sobre progressão dos professores

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No dia 1º de setembro o Sindicato dos Professores no Estado de Rondônia (SINPROF-RO) enviou ofício ao Governo de Rondônia cobrando o cumprimento do acordo sobre a implementação da correção da tabela de progressão funcional dos professores da rede estadual de ensino.

No documento, encaminhado a Massud Jorge Badra Neto, titular da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC), o sindicato relembra que a correção da tabela que prevê a garantia da diferença de 2% entre as referências da carreira (com implementação a partir de janeiro de 2026 e respectivos efeitos financeiros), apreciada e aprovada pelos professores em Assembleia Geral Estadual Extraordinária, foi negociada com o Governo do Estado que, até o momento, ainda não implementou a medida até o início deste mês.

O sindicato solicita ao Governo uma explicação formal sobre os motivos da não implementação e requer, sobretudo, a adoção imediata das providências administrativas necessárias para efetivar a medida, já que a expectativa era de que a alteração entrasse em vigor em janeiro de 2026.

“Exatamente por uma questão de confiança, os professores optaram por não adotar medidas mais contundentes (greve ou paralisação), enquanto aguardavam o Governo honrar os compromissos assumidos na negociação. Isso é uma promessa que vem sendo feito há muito tempo, inclusive pelas titulares anteriores da SEDUC, só que até agora a correção da tabela ainda não foi feita, o que preocupa os professores e afeta o compromisso de valorização dos profissionais do magistério feito pelo próprio governo estadual”, detalha o professor Joelson Chaves de Queiroz, presidente em exercício do SINPROF-RO.

“Aguardamos a resposta oficial da SEDUC, e exigimos a imediata implementação da medida – inclusive com a apresentação de cronograma e prazos para o cumprimento do acordo – pois já passou da hora do governo estadual reconhecer a importância do profissional do magistério e, principalmente, honrar com sua palavra”, concluiu o dirigente.


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